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Sobre esta playlist

Se a geração dos anos 80 do rock brasileiro carrega o status de ter popularizado o estilo e de ter nos dado lendas como Cazuza e Renato Russo, a turma da década seguinte tem méritos às vezes menos celebrados, mas igualmente relevantes. O primeiro deles é reconhecido por um ícone dos 80 que acaba de soltar um livro sobre o rock daquela época. Lobão é taxativo ao afirmar que a geração noventista soa melhor que a sua. Mas soar bem, seja pela qualidade dos músicos, seja por explorar bem os estúdios de gravação, não é o que mais chama a atenção em Charlie Brown Jr., Chico Science, O Rappa e grande elenco.

Os principais nomes dos 90 demonstraram grande capacidade de mesclar rock com ritmos regionais, algo que seus antecessores evitaram ao máximo, à exceção dos Paralamas do Sucesso, dos Titãs pontualmente e de Lobão quando se aproximava do samba. Os Raimundos não tiveram pudor nenhum de fundir hardcore com forró e trouxeram o sanfoneiro Zenilton para participar de disco e shows. Já os tambores da Nação Zumbi exalavam maracatu, entre outras manifestações tipicamente nordestinas. O Skank, que não trazia só temas urbanos em suas letras, foi se voltando cada vez mais para a herança deixada pelo Clube da Esquina, sem nunca se preocupar se isso soava cool ou não entre seus fãs.

No Rio Grande do Sul, Wander Wildner deixou os Replicantes de lado e investiu numa carreira solo cuja proposta era fazer um punk brega, algo inimaginável na década anterior. A presença do hip hop também passou a ser cada vez mais forte no rock da geração, sendo que o grupo que melhor representa a fusão é o Planet Hemp.

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